Here's the visual summary of our debate. You were all great fighting for your side of the question. Let's cross our fingers and hope most of us believe in personal agency and in the possibility of change :)
It is a given fact that music over the years has become a major industry. Some people also feel that music has been ruined due to being treated solely as a business, and that is backed by the number of people in the music business who don’t care about the music at all and are driven only by money. That's the reason we have the mainstream pop genre. A pretty face (preferably young, in her/his 20s) is picked by a label to become one of the faces of that company. But what does music have to do with this? Not much… It is assumed that the “artists” picked have skill enough to perform what others will write for them… That’s right! Others will write for them! In fact, hardly any Pop artist writes her/his own music or gives ANY contribution for that matter. For example, The Weeknd’s single “I can´t feel my face” (ranked nr. 1 on the Billboards), who also won the Grammy Awards, Record of the Year and Best Pop Solo Performance, was co-written by FOUR different ...
Bom dia colegas e Professora Diana. Creio que muitos de vocês já viram ou ouviram falar do novo anúncio da Pepsi, que se tornou viral nas redes sociais e afins. Para quem não viu, o anúncio tem 2 minutos e conta com a participação da "famosa" Kendall Jenner (nem sei bem porque é famosa, só conheço o nome), que se junta a uma manifestação de jovens e traz a paz ao mundo ao entregar uma lata de Pepsi a um dos agentes da autoridade presentes na rua. Para quem não viu aqui vai o anúncio. Automaticamente, ao ver este anúncio, lembrei-me do anúncio de desodorizante de que a Professora falou numa das aulas. Pelo que percebi ambos os anúncios são iguais, uma manifestação, pessoas de braços levantados a gritar, etc., algo que pode ilustrar milhares de produtos e ideias, alguns até bastante significativos. Porém, no final apercebemo-nos de que o que está ali a ser vendido é um produto químico usado para que os sovacos não cheirem mal e uma lata de de sumo. Isto faz-me pensar: ...
Todos conhecemos a longa história de perpetuação de arquétipos sociais conservadores e misóginos, bem como culturalmente errados, presentes em todos ou quase todos os filmes da Disney, todos sabemos o que esperar de um clássico desta gigantesca multinacional do entretenimento. O remake de A bela e o monstro vem romper com este paradigma e mudar o que parecia tão imutável como o corpo da Branca de Neve ou o sono da Bela Adormecida; por isso mesmo muito antes de estrear, correu o mundo. Agora estreou e traz consigo uma lufada de ar fresco à Disney empoeirada, mas a questão que se coloca é: será um percalço no caminho ou um ponto de viragem na história da fábrica de princesas? Se for esse o caso, seria um óptimo presente para celebrar o 80° aniversário da Branca de Neve e os sete anões . A bela e o monstro (1991) Mas porque rompe este filme com tudo a que a Disney nos habituou, porque é que ganha um lugar numa estante revolucionária na história da indústria do entretenimento?...
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